domingo, 20 de janeiro de 2013

A arte de contar histórias

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
Desde o princípio o homem pratica a oralidade em seu processo comunicativo com o outro, surgindo assim o contador de histórias tradicional cujo conta histórias através de suas memórias e narrativas.  E antes de existir a escrita os saberes eram transmitidos pela linguagem oral, portanto, o ato de contar histórias é uma arte que representa um significado muito importante para cada geração, pois essa arte não morre e sim é passada e renovada a cada cultura. Através dela, o ser humano resgata e amplia a sua imaginação, aprende sobre as tradições do outro, suas crenças, línguas e costumes. Contar histórias é um mecanismo de aprendizagem, a criança desenvolve sua fala, seu poder de expressão, sua imaginação e o gosto pela leitura. Assim, ler se caracteriza por um discurso escrito, contar história um testemunho oral e dramatizar o incorporamento de uma personagem. Para tanto, com a modernidade, surge em 1970 na França o contador moderno em que agora, as histórias eram contadas também através de livros e o mesmo passa a ser uma profissão. Dessa forma, contar história não é um ato vazio e sim uma arte de expressão e sentimento. Um momento de aprendizagem e imaginação.



Assista o vídeo do projeto literário que tem o intuito de divulgar e promover a importância da leitura para as crianças.  Esse projeto de contadores de história  é feito pelo dono de uma livraria  Fernando Vilela , em Ituiutaba. 



  






sábado, 12 de janeiro de 2013

Vida e obra dos autores dos contos de fadas

Irmãos Grimm 


Os irmãos Grimm nasceram na Alemanha, Jacob ( 4 de janeiro de 1978 – 20 de setembro de 1863) e Wilhelm ( 24 de fevereiro de 1786 – 16 de dezembro de 18590), de família originaria da cidade de Hanau do Estado  Hessen. Seus pais Philipp Wilhelm e Dorothea Grimm, tiveram 9 filhos no qual sobreviveram 4, o pai morreu muito novo aos 45 anos de idade e a mãe afim de assegurar a carreira jurídica dos filhos, enviou os dois  para junto da tia em Kassel. Jacob frequentou a universidade de Marburg e estudou direito, como seu pai, seu irmão Wilhelm com o tempo juntou-se a ele no mesmo curso, mas acabaram abandonado o direito pelo amor que sentiam pela literatura. A parti de então começaram a reescrever registros de várias fábulas infantis de grandes escritores ganhando grande fama e conhecimento. Contribuíram também com a linguagem alemã produzindo dicionário Alemão – Deutsches  Wörterbuche aos estudos de linguística e folclore.    

Algumas de suas obras:      

  • Cinderela 
  • Branca de neve
  • A princesa e o sapo
  • Os três fios de cabelos do diabo
  • O alfaiate valente 
  • O ganso de ouro 
  • João e Maria, entre outros.




 Han Christian

  Hans Christian nasceu em Odense em 2 de abril de 1805 e morreu em Copenhague no dia 4 de agosto de 1875, foi um poeta e escritor dinamarquês de  histórias infantis.  Ele tinha uma vida muito simples, seu pai era sapateiro e teve muitas dificuldades para se educar, mas seu amor pela poesia e contos fez com que ele ficasse famoso e conhecido nos instituto de Conpenhagen.  Escreveu bastantes peças de teatros, histórias e contos de fadas, onde é mundialmente conhecido. Graças à contribuição da literatura infanto-juvenil tem a data de nascimento dedicada a ele.

Algumas de suas obras:
  • O patinho feio
  • O soldadinho de chumbo
  • A pequena sereia 
  • A rainha da neve
  • As flores da pequena ida, entre outros.
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hans_Christian_Andersen





Charles Perrault 

Charles Perrault nasceu em Paris no dia 12 de janeiro de 1628 e morreu em 16 de maio de 1703. Teve que completar seus estudos  sozinho por ter tido um desentendimento com seu professor.  Em 1637 concluiu os estudos com 15 anos no colégio Beauvais, mostrando talento em línguas mortas, também foi advogado e exerceu algumas atividades  como superintendente do Rei Luís XIV de França. Perrault foi um grande escritor e poeta francês do século 17, estabelecendo um novo estilo literário e de conto de fadas, foi também o primeiro a dar acabamento literário a esse tipo de literatura, por isso é considerado até hoje como o pai da literatura infantil.  Suas obras são traduzidas  e distribuídas em diversos meios de comunicação e adaptadas  para várias formas de expressões, como o teatro, o cinema e a televisão  tanto em formato de animação como de ação viva.  

Algumas de suas obras:
  • Chapeuzinho vermelho 
  • Abela adormecida
  • O gato de botas
  • Barba azul 
  • O pequeno polegar, entre outros.
Disponível em: http://es.wikipedia.org/wiki/Charles_Perrault





Câmara Cascudo 

Luís da Câmara Cascudo nasceu em Natal no dia 30 de dezembro de 1898 e morreu em 1986 na mesma cidade aos 82 anos. De uma família rica teve a possibilidade de estudar e de exercer uma carreira de prestigio, pois foi advogado, folclorista, historiador, antropólogo e jornalista destacando-se como um dos mais importantes pesquisadores da etnografia e do folclore brasileiro. Exerceu várias funções públicas, iniciou também o curso de medicina, mas acabou desistindo para forma-se em direito em Recife. Seu pai como era rico instalou uma impressa para ele quando desejou ser jornalista chamada coluna “Bric-a-brac”, escrevendo observações sobre a gente e sena cultural colaborando com outros jornais das capitais brasileiras. Autor  de 31 livros também traduziu obras de Michael de Montaigne e Henry Koster.  Esse grande autor e pesquisador trabalhou até seus últimos dia de vida e foi homenageado com muitos prêmios, até mesmo a honra de estamparem seu nome em cédulas de 50 mil cruzeiros.  
  
Algumas de suas obras: 
  • Histórias que o tempo leva ( 1924)
  • O homem americano e seus temas ( 1933)
  • Antologia do folclore brasileiro (1944)
  • O doutor barata (1938)
  • Os melhores contos populares de Portugal ( 1944)
  • Lendas Brasileiras ( 1945), entre outros. 
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_da_C%C3%A2mara_Cascudo



Marina Colasanti

Marina Colasanti nasceu em 26 de setembro de 1937 em Asmara na colônia italiana e Eritreia. Quando era criança retornou para Itália com sua família migrando para o Brasil na segunda guerra mundial.  Aqui no Brasil estudou Belas artes e trabalhou como jornalista produzindo textos de literatura italiana. Produziu 33 livros como escritora como contos, poesia, prosa, literatura infantil e infanto-juvenil.

      Algumas de sua obras: 
  • A moça tecelã (2004)
  • Aventuras de pinóquio  - historia de uma marionete ( 2002) 
  • Penélope manda lembranças ( 2001) 
  • O leopardo é um animal delicado ( 1998)
  • A amizade abana o rabo, entre outros.

 Disponível em:  http://omundodemarinacolasanti.blogspot.com.br 

Jean de La Fontaine


Jean de La Fontaine nasceu em 08 de julho de 1621 em Thierry e morreu em Paris no dia 13 de abril de 1695.  Foi um grande poeta e fabulista francês, acatado como o pai da fábula moderna participava da corte francesa  e criticava a sociedade por meio de suas fábulas. Uma de sua grande  obra foi “Fábulas”, escrita em três partes em períodos de 1668 a 1694 seguindo o estilo do autor grego Esopo, no qual falava de vaidade, estupidez e agressividade humanas através dos animais. Sua característica era o modo de escrever rimas, facilitando a memorização das histórias. Esse grande autor escreveu 243 fábulas, num período de 26 anos, entre 1668 e 1694.  

Algumas de suas obras: 
  • A águia e o escaravelho
  • A assembléia dos ratos
  • A cigarra e a formiga
  • A galinha dos ovos de ouro, entre outros. 
Disponível em: http://www.astrologosastrologia.com.pt/0=fabulas=laFontaine/livros&letras=literatura_infantil=fabulas-la_fontaine-index.htm





sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Contos de fadas

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Os contos de fadas foram criados no século XVII pelos franceses. Mas, antes disso havia contos de tradição oral, sobretudo no Centro da Europa, que buscavam elementos ao mito, às tradições religiosas, simbólicas, à literatura antiga, à medieval. Contos estes, que foram se desenvolvendo e constituindo em narrativas. No entanto, os contos de fada mantêm uma relação com a tradição oral devido o fato de que foi a partir das narrativas orais que os contadores de histórias, como Charles Perralt, resolveram reescrevê-las, tornando-as assim, em contos de fada. Assim, passou a ser uma forma de cultura elaborada e deixou de ser uma mera literatura oral cultivada e transmitida, sobretudo pelas populações rurais, tornando-se uma cultura de salão uma vez que se tornou algo restrito à classe dominante devido ao fato de saberem ler e escrever, logo eles eram capazes de reproduzir as narrativas orais por escrito. Os contos apresentam características puramente oral, que tem a ver com eventos locais que são fantasiados e contados como histórias fabulosas e com as narrativas populares, que aglutinam imaginários religiosos e simbólicos, cristãos e pré-cristãos, mitos provenientes da Antiguidade, enraizados na mitologia céltica e greco-romana, que se constituem como narrativas autônomas  não necessariamente ligadas ao que acontece, ao que se conta de forma efabulada. Apresentam personagens como a bruxa, a fada, animais falantes, que dão sentido a personificação das fantasias. Em relação aos outros gêneros, o conto de fadas não apresenta uma moral da história, como é o caso da fábula que tenta vincular uma moral, um comportamento social, ele propõe uma descoberta ética, e por isso não aparece com esse sentido. Os contos são de extrema importância para a infância, pois a magia, a imaginação, o poder de dar sentido e valor às coisas fazem parte do universo infantil. Quando a criança ler um conto ela tem a capacidade de pensar, de viajar junto com a história. E isso, é algo que contribui positivamente para uma infância sadia e feliz. Quando se conta um conto de fadas, a narrativa provoca efeitos na criança. A tensão aumenta, e depois segue-se uma solução e a criança experimenta o alívio, por exemplo. Quando uma criança ouve com atenção o verdadeiro conto de fadas, tudo nela acompanha o conto: a acuidade neuro-sensorial, o ritmo cardíaco, a respiração. Nesse sentido, o conto desempenha uma função muito estimulante e integradora. A criança descobre possibilidades de enfrentar o seu medo como uma coisa natural devido às experiências que ela descobre, por exemplo, lidar com a morte que é muitas vezes retratada nos contos de fada de modo que ela perceba que a realidade muda continuamente e que é possível lidar com isso, como também incentiva a criança a buscar desde cedo o amor pela leitura, porque quando  ler o conto de fadas ela também aprende os significados das palavras, tornando assim uma leitura prazerosa incentivando a mesma a refletir sobre o que está lendo e a compartilhar com outras crianças o prazer que a mesma está sentido. Assim, torna-se essencial que o adulto reserve um tempo para contar uma história para as crianças e que essa cultura não seja perdida e sim passada. Desse modo, a mediação entre os contos e as crianças deve ser uma troca de experiências onde a criança  aprecie uma leitura e consiga dar vida aos personagens de modo que ela entre na história, que vivencie momentos, que sinta sensações e que ela possa recriar a narrativa. Elas devem imaginar a sua bruxa, o seu gigante, o seu lobo, a sua noite, o seu dia, a sua lua, os seus medos, a sua coragem. E sentir prazer de ler e querer ouvir outras histórias. Contudo, através dos contos de fadas as crianças descobrem um mundo de possibilidades, imaginando as coisas boas que a vida oferece, como também ela aprende a lidar com os seus dessabores, pois os contos de fadas querendo ou não fazem sentido para a vida das pessoas, pois forma um ser humano alegre, sonhador, reflexivo, perseverante e que no fundo consegue mudar o mundo, carregando dentro de si a fantasia de um mundo melhor cheio de emoção e magia, fazendo com que a criança que exista dentro dele nunca morra.  

Referência: BARROCAS, Sofia.Viver com as fadas. Entrevista com Vitor Quelhas - NotíciasMagazine (11 de abril de 2004). Disponível em: http://tapetedesonhos.wordpress.com/2007/08/30/viver-com-as-fadas/. Acessado em: 30/08/2007.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Música também é poesia

     A música é a forma mais singela de expressarmos o que sentimos, o que sonhamos, de por para fora nossas indignações, anseios, medos, temores e paixões, ou seja, é uma poesia bela, pois toca nosso coração e nossa alma através das letras e da melodia que nos encanta e nos faz viajar em mundos que desconhecemos. Vamos conhecer um pouco das músicas que tocam nossos corações , através da poesia que é feita por intermédio de cada letra que os autores compõem. 
  
Vídeo-poema com poesia "O amor e a guerra", de André Augusto Passari, do livro "Fraguimentos do tempo" ( ed. artepaubrasil), a música "Imagine" de John Lennon, e imagens de grande sensibilidade. 




Clipe criado pela maravilhosa canção de Vinícios de Moraes  , interpretada pelos grandes cantores e compositores Tom Jobim e Miúcha. Edição: André Gandolfo,2011.


Clipe da música "Olhos Verdes", declamada e cantada por "Oswaldo Montenegro". Essa música tem sensibilidade, música e poesia.



Clipe da música "beijos, blues e poesia, cantada por K-Sis performing. Essa música tem sensibilidade e 
retrata sentimentos de amor.




Clipe da música " Poema" - Cazuza, cantada por Ney Mato Grosso. Essa música é realmente uma melodia que toca nossos corações e nos faz viajar e relembrar as lembranças do passado, do que vivemos e sonhamos.


Clipe da música " bem-te-vi" da poesia  de Manoel de Barros, cantada por crianceiras. Uma música leve e gostosa de se ouvir.





Roda de Leitura


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      Roda de leitura são leituras de livros no qual reuni um grupo de pessoas para admirar e compartilhar o mundo literário e viajar nas histórias contadas, além de conversar e dar nossa opinião sobre o tema abordado nas leituras, como por exemplo, do que achamos da obra que foi retratada, o que não gostamos, o que sentimos, ou seja, é expressar nosso entendimento sobre o que está sendo abordado.  Contudo, faz com que o leitor busque o desconhecido, despertando no mesmo o gosto pela leitura, compartilhando com outras pessoas o amor literário.



Vejam também um vídeo sobre roda de leitura  realizado pelo comitê da ação da cidadania centro comunitário Chocobim, em Duque de Caxias. 




O que é poesia ?




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Poesia é a forma de expressar aquilo que sentimos e enxergamos da vida. Para algumas pessoas poesia são apenas palavras sem sentido, mas ela é um recurso em que o indivíduo põe suas angústias, medos, solidão, amores, desamores e temores, pois é através dela que o ser humano expressa seus sentimentos e toca os corações de quem as ler. Poesia é simplesmente a expressividade do que sentimos, do que almejamos, do que sonhamos e dos dessabores da vida, por isso que cada poeta transmite de sua maneira o que a poesia  representa em sua vida, pois cada um tem um estilo e esse estilo tem a ver com a emoção e o apelo imprimido pelas palavras do poeta. Palavras muitas vezes que nos fazem derramar lágrimas de tristezas, alegrias ou simplesmente risos de felicidades. A poesia traduz uma inspiração que vem da alma e que toca os corações, pois é rica e tem várias formas e sabores.  O verdadeiro poeta é aquele que consegue brincar com as palavras e manipula-las da melhor maneira. 
  
Confiram aqui alguns poetas que fizeram história em nossas vidas. 

Cecília Meireles
Calos Drummond de Andrade
Vinícios de Moraes 
Mario Quintana 
Castro Alves 
Adélia Prado 
Machado de Assis
Clarice Lispector entre outros. 



Biografia e principais obras de escritores brasileiros, acesse o link abaixo. 
http://www.suapesquisa.com/temas/escritores_brasileiros.htm


Confira também a diferença de poema e poesia e o blog do clube dos poetas. 
Acesse os links: 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Por uma leitura Prazerosa

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O gosto pela leitura muitas vezes não é fácil, pois depende muito do acesso que a criança tem aos livros e ao estimulo proporcionado a elas. No cotidiano que vivemos e com as tecnologias usadas de formas erradas as crianças não se interessam por uma leitura prazerosa por desconhecerem do prazer que a leitura proporciona ao ser humano, mas tem a leitura como algo monótono e exaustivo, porque muitas vezes as escolas não 
adequa o hábito das crianças lerem por prazer e sim de maneira em que as mesmas sintam pavor à leitura, pois é feita em sala de aula em benefício das matérias curriculares fazendo com que os educados sejam obrigados a ler o que o professor deseje que eles leiam não propondo algo que as estimulem a refletir sobre o que está lendo e a sentir prazer compartilhando esse conhecimento com todos.  As escolas tem o dever de dar aos professores incentivos para que os mesmos busquem meios que instiguem o sujeito a ver a leitura com outros olhos, fazendo com que a leitura faça sentido na vida deles, sendo algo interessante e que os façam viajar em mundos, estabelecendo assim um conhecimento simultâneo não apenas aos conteúdos didáticos.  As escolas por si só não vai fazer com que o individuo adquira o gosto pela leitura, pois outro fato importante para formar bons leitores é a mediação do sujeito com alguém que compartilhe com ele livros que o impulsionem a ler e tenham prazer ao mesmo tempo, dividindo um conhecimento e gosto simultâneo.  Mas será que todos tem acesso a leitura para poder apresentar ao outro um mundo mágico que ela proporciona? Infelizmente não, pois temos uma sociedade desigual e capitalista, onde os menos favorecidos ficam desprovidos de conhecimentos. Contudo, as crianças devem ter um estimulo maior ao universo literário, pois é preciso provocar em cada uma o desejo e o acesso à leitura tanto no ambiente escolar quanto em outros espaços, pois a leitura não começa na alfabetização, muito menos o gosto por ela. É uma prática que vai construindo ao longo da vida e para tornamos bons leitores, precisamos  ter espaços que  proporcione um ambiente deleitoso e a mediação do professor e das pessoas que fazem parte do cotidiano das  crianças para que venham desenvolver não só no aspecto cognitivo, mas que tenham a leitura como algo prazeroso.   


Referência: MAGNANI, Maria do Rosário Morttti. Leitura e formação do gosto - por uma pedagogia do desafio do desejo. IN: Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto.2. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.